O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva que afeta a memória, o pensamento e o comportamento. É a forma mais comum de demência.
Pequenos esquecimentos recentes (o que comeu hoje), repetição de perguntas, desorientação leve no tempo e espaço. A autonomia ainda é preservada.
Esquecimento de fatos importantes, dificuldade em reconhecer familiares, alterações de comportamento (agitação, alucinações), necessidade de ajuda para higiene/vestir.
Dependência total para cuidados diários, perda da fala e da mobilidade, dificuldade para engolir. O foco é conforto e afeto.
O paciente está agitado? O que fazer:
Duas alterações principais causam a morte dos neurônios:
Placas Amiloides
Proteínas que se acumulam fora dos neurônios, bloqueando a comunicação entre eles como uma "sujeira" nas sinapses.
Emaranhados Tau
Proteínas que colapsam dentro dos neurônios, destruindo o sistema de transporte de nutrientes da célula, levando à sua morte.
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"É hereditário"
Nem sempre
A maioria dos casos (95%) ocorre esporadicamente após os 65 anos. A forma puramente genética (familiar) é rara e precoce.
"Alumínio causa"
Mito Antigo
Estudos nos anos 60 sugeriram ligação com panelas de alumínio, mas pesquisas modernas não confirmaram essa relação como causa direta.
"Não há o que fazer"
Tratamento existe
Remédios (anticolinesterásicos) e estimulação cognitiva podem retardar a evolução e melhorar muito a qualidade de vida.
- Farmacológico: Medicamentos para preservar a memória e controlar agitação/insônia.
- Estimulação Cognitiva: Jogos, música antiga, ver fotos e socialização mantêm o cérebro ativo.
- Cuidado com o Cuidador: Quem cuida também adoece. É essencial ter rede de apoio e rodízio.